>> ESTILO PÓS-MODERNO
A Arquitetura Pós-Moderna é um
termo genérico para designar uma
série de novas propostas arquitetônicas
cujo objetivo foi o de estabelecer a crítica à Arquitetura
Moderna, à partir dos anos 60 até o
início dos anos 90. Seu auge é associado à década
de 80 (e final da década de 70)
em figuras como Robert Venturi, Philip
Johnson e Michael Graves nos Estados Unidos
nos Estados Unidos, Aldo Rossi na Itália,
e na Inglaterra James Stirling e Michael
Wilford, entre outros.
Os arquitetos pós-modernos utilizaram
uma série de estratégias
para estabelecer a crítica do modernismo,
principalmente a sua versão mais
difundida e homogênea: o estilo internacional.
Entre estas estratégias a principal
foi a reavaliação do papel
da história, reabilitada na composição
arquitetônica, principalmente como
meio de provocação e crítica à austeridade
do modernismo. Philip Johnson (antes um ávido
defensor do estilo internacional), por
exemplo, adotou uma postura irônica
em seus projetos utilizando um "armário
antigo" como referência formal
para o seu edifício da AT&T
em Nova Iorque. Outros arquitetos adotaram
padrões de ornamento e formas de
composição antigas. A cidade
histórica foi re-estudada em busca
da reabilitação da escala
humana no urbanismo por Rob Krier, entre
outros.
Outras tendências podem ser associadas
aos pós-modernos, como o interesse
pela cultura popular e a atenção
para o contexto de inserção
do projeto. Robert Venturi, por exemplo,
chamou atenção para as muitas
formas de arquitetura vernacular (produzidas
segundo uma estética da cultura
popular) em seu livro Aprendendo com Las
Vegas. Aldo Rossi, por sua vez, preocupou-se
com a relação entre o novo
projeto e os edifícios existentes
acompanhando a escala, altura e modulação
destes. Esta postura de congregação
entre o novo e o antigo convencionou-se
chamar de contextualismo.
|