>> ESTILO NEOCLÁSSICO
Pós Gregos e Romanos, o Estilo
Arquitetônico Neoclássico,
merece comentário à parte
em função da amplitude de
sua abrangência.
Como uma espécie de retorno à Renascença
Clássica, o final do século
XVIII fez surgir outra vez edifícios
idealizados, esculturas plásticas
serenas, música harmoniosa, literatura
equilibrada.
Também foi denominado ‘academicismo’,
foi um retorno arcaizante aos estilos greco-romano
e renascentista, as superfícies
são lisas e decoradas abstratamente;
os pórticos enormes derivam dos
templos gregos, o formalismo é refinado
e enfatiza os frontões como as principais
guarnições nos edifícios.
De modo mais conservador, opta por uma
arquitetura racionalista, sóbria
e maciça. A influência do
Renascimento dá origem ao sub-estilo
pompeano, onde os volumes geométricos
são a principais características
desse estilo como, por exemplo, no Teatro
Odeon em Paris.
Morfologicamente se liga aos preceitos
lineares e plásticos do renascentismo.
Privilegiou materiais nobres como o mármore,
esquemas ortogonais, formas simétricas,
murais lisos, volumes encorpados, pórticos
colunados, frontões triangulares
e predominam os volumes geométricos
regulares, solenes e pouco ornamentados.
Estende-se de 1750 até 1850, sendo
um ressurgimento mais racional que o Renascimento
dos valores greco-romanos, no plano da
literatura e das letras, a designação
habitual era ‘romantismo’,
uma referência às ficções
e romances medievais, foi, entre outras
coisas, uma reação contra
a ordem social, o individualismo e o urbanismo.
Os sentimentos revivalistas prolongaram-se
mais na arquitetura que nas outras artes.
Os jardins, que ficaram conhecidos como ‘ingleses’,
buscavam acabar com a geometrização,
pois essa não seria próxima
da natureza, os caminhos eram serpenteados,
com arbustos, lagos e fontes dispostos ‘aleatoriamente’.
Exemplos: a residência do presidente
norte-americano Thomas Jefferson (ordem
dórico-romana) e a Catedral Metropolitana
de Buenos Aires;
Foi um estilo percebido como mais ‘masculino’ que
o rococó e o barroco, por exemplo.
|